terça-feira, 20 de outubro de 2009

Preciosas irrelevâncias (1ª parte)

Este é um texto ímpar (como se todos os outros não fossem únicos), pois deverá tratar de um assunto de extrema importância, que são nossas importantes necessidades “fúteis”.

Tentarei colocar em uma ordem crescente, se é que existe uma ordem... E mesmo que exista, tomara que saiba ordena-las corretamente.

Começo pela vaidade, sim a vaidade... Sempre (ou quase sempre) ligada a coisas exteriores ao ser, a vaidade é uma necessidade de expor ou se expor aos seres que os cercam, diz mais respeito a criar uma imagem externa aos que observam, uma espécie de marketing pessoal, hoje em dia tão badalado. Este tipo de artifício tem seus pesares, pois as idéias e aparências externadas precisam ter o mínimo de vínculo com a realidade do ser que a transmite, com o risco de se não o tiver, ocorrer o efeito de esvaziamento e artificialidade (algo muito comum na vaidade) e com isso problemas psicológicos graves, mas afirmo, a vaidade tem o seu valor, é nítida diferença entre seres vaidosos e não vaidosos, geralmente perceptível no quesito confiança e respeito, confiança em si... E respeito dos demais. Não posso terminar sem informar o perigo da vaidade extrema, no momento que se perde o feeling (que porra é essa? Feeling, kkkk), perder a medida, extrapolar, é nessa hora que nos tornamos quase reféns, reféns da beleza, reféns dos elogios e desta forma perdendo noções de valores, ficamos vulneráveis a ataques fortuitos dos que percebem tal fato e com isso a mercê de todo tipo de "erro", para consigo e para com os outros.

2 comentários:

Luana de Stefano disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luana de Stefano disse...

Va-i-da-de... um dos meus pecados favoritos. Não é á toa que esse é um dos "7"... Tudo começa por aqui, pela VAIDADE. Da vaidade ao orgulho, do orgulho a inveja, da inveja a ira, da ira a todos os outros... enfim... ela é a DONA! Não encha-se dela, deixe-a apenas permear vc para que possas sentir como ela é... faça com que ela permaneça tépida em ti, pois quando torna-se cálida... ai, ai...