segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Regras...

Estive refletindo sobre as regras e percebi que com raríssimas exceções as mesmas são usadas com certo caráter benigno, antes que alguém me acuse de ser um anarquista quero dizer que durante muito tempo fui um cego e ferrenho seguidor das regras e portanto não precisam me acusar... eu assumo este modo de viver atual (atual mesmo... Pois se mudei uma vez, duas, porque não poderei mudar novamente e sinceramente espero que mude), a minha anarquia é algo estranho, continuo consciente (eu apenas acho que continuo) em relação aos meus direitos e deveres, mas sem a arrogância de cobranças de perfeição, porém sigo observando como e quando são usadas as regras, que são totalmente ligadas a hierarquia, ou suja, quer dizer, ou seja, é onde se usa aquela famosa frase, manda quem pode e obedece quem tem juízo, pois é, as regras quase sempre são usada para sacanear algum desafeto, seria uma forma de esculhambar algum subordinado disfarçadamente, sim subordinado, pois quando a regra afeta o superior, ela perde força, e por vezes são ignoradas. Queria ser livre de tal covardia, um louco varrido (o que significa esse varrido depois de louco?), pois é, somente esta categoria de ser humano fica razoavelmente livre delas, eles são caso a parte, vivem à margem da sociedade, mas, tem uma coisa boa, não tem que aturar filho da puta nenhum falando no ouvido, tente mandar um louco falar baixo, falar pra ele que tem que seguir determinada regra de etiqueta, visualizem... Fulaninho (o doido varrido), o super hiper mega senhor especial príncipe da terra dos deuses vai passar aqui, quando ele passar, se curve, baixe os olhos, de três pulinhos para esquerda e role no chão três vezes pra direita ok? Queria ver essa cena, como queria. kkkkkkk...

Concluindo, não existe algo mais covarde do que uma regra sendo usada normalmente, sim normalmente... Pois normalmente as mesmas são usadas para demonstrar poder, e repetindo, sacanear.

O que seria do “poder” sem as regras?

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