Outro dia vendo/lendo o tão agradável palestrante/professor Mário Sérgio Cortela na internet fiquei admirado ao que o mesmo dizia sobre ser pequeno, sobre a necessidade de ser humilde entre outras coisas...
Pois então, almocei após a hora do almoço como de hábito, comi a comida que por mim poderia virar também um hábito, feijão(preto), arroz(branco), bife(com gordurinhas saborosas) e batata frita.
Depois veio a hora da Jibóia(como diz meu irmão do nordeste, Joácris) e decidi fugir do conforto da cama e da proteção da laje, subi para um terraço inacabado e em constante obra para esticar os ossos ao contato com a “natureza”.
Me deitei de barriga pra cima e fiquei de cara com o SOL, de olhos fechado eu tinha uma visão avermelhada pelas pálpebras fechadas e o calor daquela estrela de luz própria(aprendi isso penso que na 3ª série do fundamental).
De repente o sol ficou fraco e abri os olhos, encoberto por nuvens absolutamente brancas, pude enfim observar o céu, azul, infinitamente azul e pude então lembrar das palavras do professor Mário Sérgio e mais que lembrar eu pude sentir o que ele diz.
Pequeno, insignificante forma de vida, parado curtindo talvez mais uma oportunidade de milagre, estar vivo é um milagre, alguém já disse da admiração por essa espécie, a única que tem a consciência da morte mas que vive como se ela não existisse.
Talvez fosse preciso um pouco mais dessa consciência, viver de forma a buscar a excelência do dia... Enfim, o dia perfeito.
De minha parte resolvi tirar um pouco das responsabilidades que fui adquirindo pelo caminho, o peso de ser humano já me basta e eu cismo de pegar algumas toneladas para sustentar, sei que algumas não posso simplesmente abandonar no caminho e não farei, mas as que posso, vou aos poucos arrumando um lugarzinho para deixar...
Como dizia o poeta: Viver é foda, Morrer é difícil, te ver é uma necessidade, vamos fazer um filme”.
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