sábado, 6 de março de 2010
Apenas mais uma postagem.
Compreendi como se claras fossem, todas as idéias loucas de um são... A luz que surgia me cegava de tanta escuridão... Tinha muitas vontades de nada fazer... Mas nada fazia para acontecer... A morte me sondava toda hora... Só pra ter certeza de que ainda estava vivo... O céu me atraia mais do que o mar... Mas era nele que sempre ia... A porrada comia todo dia, ao quebrar todas as algemas que eu me prendia... Tinha pena de mim... Pena de todos. Uma guerra sangrenta de outros que lutamos desde o começo... Respiração e inteligência... Queria olhos de amor e paz, tão determinados como os de ódio e guerra... Lógica? Sensatez? Ordem? Entendimento? Perdoe... Um dia talvez... Longe daqui, perto dali, perto Dele, ao lado deles, junto de quem? Produzir, construir, procriar... Sim procriar, voltar à guerra dos outros, Evas de hoje... Evas de sempre... Homens sem ar, sem lógica, sem controle... Poderes sem uso... Usuários iludidos... Poderes perdidos... Eu cri na verdade... Seja lá o que isso for... Mas preferi duvidar... Certezas demais dá pra desconfiar... Rasguei meu dicionário... Quis ser questionado... Me questionando, me recriei... até ontem... até hoje... até quando? Melhor rasgá-lo de novo... E de novo... Até acabar... Sou fanático por mim... Tenho que ser... Eu sou o cara... Eu sou o... Oooo... Quem mesmo? Um dia definido levantarei a voz... E nesse dia todos poderão me dar as costas e caminhar... Certo de quem sou... Absolutamente verdadeiro... Com guerras minhas... Lógico e inteligente... Enxergando longe e perto, como se tivesse olhos bifocais, farei nada por que quero fazer... Poderoso e sensato... Com olhos determinados de um amor de ódio... Em uma guerra pela paz... Controlado e louco ela me sondará mais uma vez... Então sem pena de mim... Estarei onde deveria, devo estar.
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