terça-feira, 20 de outubro de 2009

Preciosas irrelevâncias (3ª parte)

Continuando a falar sobre a parte financeira.

Na segunda parte tentei colocar minhas próprias experiências de vida para tentar basear o restante das minhas idéias, a (louca) idéia de viver sem grana, bufunfa, dinheiro, (sou louco mas não como merda, ok? E muito menos rasgo o tal dinheiro), então prosseguindo, pretendo falar de simplificação da vida e não de abstinência total, não quero mostrar heroísmo, quero mostrar possibilidades (que talvez nem eu consiga realizar).

De cara falarei do que seria a tal simplificação da vida... Esse termo eu li pela primeira vez em um livro excelente que até hoje retiro possibilidades para minha vida, de nome Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker.
Em nossas vidas vivemos no limite, tudo que nos é agregado torna-se fundamental, como se não pudessemos mais viver sem, pode ser algum objeto ou até mesmo recursos realmente financeiros, todos sabemos que se a pessoa ganha 100, tentará esticar tal valor para 101 e por ai em diante, muitas vezes usando do artifício do crédito, onde parte destes 100 são comprometidos em prol de algo de muito mais valor, nesta parte constumo afirmar que pobre pra conseguir as coisas... Só mesmo assim, que grande besteira! (prometo mais cuidados com minhas teses), esse é o início da falência (posso falar de cadeira sobre isso, meu cheque especial já me salvou algumas vezes, ou seja, o dono do ITAU S/A. ficou mais rico através de minhas falências), quando comprometemos parte de nossos rendimentos para cumprir com determinado financiamento, já era neguinho... O credor não quer saber se teu filho adoeceu, se teu pai ta internado, se deu enchente em sua casa, se o teu bem adquirido foi furtado ou roubado (ainda não gravei a diferença), ou seja, se acontecer um imprevisto... como diz minha professora Rosani, senta e chora... rs.
Melhor seria se preparar, montar um esquema de objetivos, entendo que quando queremos algo... tem que ser pra ontem, não sou diferente de ninguem, também sou imediatista, e os desejos surgem de repente, não é algo previsto, mesmo que tenha surgido no comercial das Casas Bahia ou da Volkswagen, é algo tipo amor a primeira vista, você vê e pensa “porra eu quero essa porra pra mim agora” “preciso” “vou lá agora comprar, dá até pra pagar em 72x ou em 17x no cartão sem juros”, é algo como rasgar dinheiro, você tem acesso ao bem imediatamente e para isso pega algumas notas de seu (no meu caso) mísero dinheiro e rasga. De outra forma seria muito melhor, fazer um cofrinho(do tamanho do teu sonho) e começar a juntar a grana, imagine o valor da prestação que pagaria, e comece a depositar os valor mensalmente ou pelo menos uma parte dele, e verás o sonho se aproximando em velocidade, o valor a vista é algo possível e juntar a grana é muito mais rápido do que pagar a prestação.

Continuo na 4ª parte.

Preciosas irrelevâncias (2ª parte)

Nesta segunda parte estarei abordando o aspecto financeiro, talvez seja muito ampla, tendo com isso a possibilidade de se estender em certas partes e faltar outras.

Você de cara irá me perguntar e a vc mesmo se dinheiro é irrelevante, a resposta sua é imediata, claro que não... "Cara maluco... Viver sem dinheiro? Só pode ser doido", doido eu sou mesmo (kkkkkkkk) e talvez seja por isso que falarei o que falarei, pois somente os doidos vão além do que é palpável, do que se apresenta como verdade absoluta, porém afirmo... de perto ninguém é normal.

O celular ao lado da cama desperta... (como as pessoas faziam pra acordar na hora?) Acordei... Que dificuldade pra abrir os olhos, ficam ardendo... Que merda... Não tenho tempo para deixar que parem de arder, levanto de olhos cerrados e caminho até a cozinha (Como se dormia sem cama?), procuro algo para o desjejum, abro a geladeira (como viviam as pessoas sem a geladeira?), procuro e acho o leite, tem requeijão também, pego os dois e procuro agora em que passar o requeijão, tem pão de forma e pão francês de ontem, prefiro o francês, farei torradas pois esse pão de forma tem me dado azia, pego a garrafa térmica cheia de café também de ontém e entorno seu conteúdo até a metade de um copão de 500 ml, pego o leite, completo o copo e logo depois adoço, abro 2 pães ao meio e passo o requeijão dentro, coloco o copo no microondas e aperto 1 minuto... Depois coloco os 2 pães que se transformaram em 4 partes e aperto novamente 1 minuto, pronto, (como viver sem microondas?) Vou até o quarto, procuro o controle remoto e ligo a televisão (o que faziam as pessoas antes da televisão? e como trocavam de canais?), procuro o canal de esportes (como sobrevivi até pouco tempo atrás sem a net gato?) a tempo de ver o eterno craque da Nação Rubro Negra falando de como foi voltar para o Flamengo (PQPXXT como devia ser viver sem o FLAMENGO?), as palavras de Petkovic me fazem finalmente despertar, coloco o copo na pia, abro a torneira e passo uma água nele (caraca, sem agua encanada devia ser uma merda), corro pro banheiro mudo a chave pra quente e abro o chuveiro (um prêmio para quem inventou o cheveiro elétrico), escovo os dentes... Me arrumo e me encaminho pro trabalho, ou melhor, dirijo até o trabalho (se tivesse que ir a pé, teria que ter saido a 1 hora). Encerro aqui e continuo na terceira parte.

Preciosas irrelevâncias (1ª parte)

Este é um texto ímpar (como se todos os outros não fossem únicos), pois deverá tratar de um assunto de extrema importância, que são nossas importantes necessidades “fúteis”.

Tentarei colocar em uma ordem crescente, se é que existe uma ordem... E mesmo que exista, tomara que saiba ordena-las corretamente.

Começo pela vaidade, sim a vaidade... Sempre (ou quase sempre) ligada a coisas exteriores ao ser, a vaidade é uma necessidade de expor ou se expor aos seres que os cercam, diz mais respeito a criar uma imagem externa aos que observam, uma espécie de marketing pessoal, hoje em dia tão badalado. Este tipo de artifício tem seus pesares, pois as idéias e aparências externadas precisam ter o mínimo de vínculo com a realidade do ser que a transmite, com o risco de se não o tiver, ocorrer o efeito de esvaziamento e artificialidade (algo muito comum na vaidade) e com isso problemas psicológicos graves, mas afirmo, a vaidade tem o seu valor, é nítida diferença entre seres vaidosos e não vaidosos, geralmente perceptível no quesito confiança e respeito, confiança em si... E respeito dos demais. Não posso terminar sem informar o perigo da vaidade extrema, no momento que se perde o feeling (que porra é essa? Feeling, kkkk), perder a medida, extrapolar, é nessa hora que nos tornamos quase reféns, reféns da beleza, reféns dos elogios e desta forma perdendo noções de valores, ficamos vulneráveis a ataques fortuitos dos que percebem tal fato e com isso a mercê de todo tipo de "erro", para consigo e para com os outros.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Regras...

Estive refletindo sobre as regras e percebi que com raríssimas exceções as mesmas são usadas com certo caráter benigno, antes que alguém me acuse de ser um anarquista quero dizer que durante muito tempo fui um cego e ferrenho seguidor das regras e portanto não precisam me acusar... eu assumo este modo de viver atual (atual mesmo... Pois se mudei uma vez, duas, porque não poderei mudar novamente e sinceramente espero que mude), a minha anarquia é algo estranho, continuo consciente (eu apenas acho que continuo) em relação aos meus direitos e deveres, mas sem a arrogância de cobranças de perfeição, porém sigo observando como e quando são usadas as regras, que são totalmente ligadas a hierarquia, ou suja, quer dizer, ou seja, é onde se usa aquela famosa frase, manda quem pode e obedece quem tem juízo, pois é, as regras quase sempre são usada para sacanear algum desafeto, seria uma forma de esculhambar algum subordinado disfarçadamente, sim subordinado, pois quando a regra afeta o superior, ela perde força, e por vezes são ignoradas. Queria ser livre de tal covardia, um louco varrido (o que significa esse varrido depois de louco?), pois é, somente esta categoria de ser humano fica razoavelmente livre delas, eles são caso a parte, vivem à margem da sociedade, mas, tem uma coisa boa, não tem que aturar filho da puta nenhum falando no ouvido, tente mandar um louco falar baixo, falar pra ele que tem que seguir determinada regra de etiqueta, visualizem... Fulaninho (o doido varrido), o super hiper mega senhor especial príncipe da terra dos deuses vai passar aqui, quando ele passar, se curve, baixe os olhos, de três pulinhos para esquerda e role no chão três vezes pra direita ok? Queria ver essa cena, como queria. kkkkkkk...

Concluindo, não existe algo mais covarde do que uma regra sendo usada normalmente, sim normalmente... Pois normalmente as mesmas são usadas para demonstrar poder, e repetindo, sacanear.

O que seria do “poder” sem as regras?

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Amor ou Paixão?

__Você já amou alguém?
__Sim, mas porque a pergunta?
__Você sabe definir o amor?
__Sei, sinônimo de amor é amar.
__Mas explicar o amor?
__Bom... O que eu senti foi uma entrega... Um desprendimento... Queria estar com a pessoa... Fazê-la feliz sem me preocupar com a minha felicidade.
__Será que isso não foi uma paixão?
__Não... É um amor que até doía, de tanto que eu queria aquela pessoa e sabe como terminou essa história? Ela me trocou por uma outra pessoa, mais feia...
Mais burra... Mais gorda... Que derrota.

__ (Risos) o amor é suave, ele não possui, não dói...
__ (Risos) depende do amor... Quando eu tava longe da pessoa... Meu coração saia pela boca, doía, eu contava os minutos pra saber como ela tava...
__Acho que era uma paixão...
__Tipo... Sei lá... Eu era dela... Ela me possuía.
__Sintomas de paixão.
__Meu 1º e ultimo pensamento era ela... Eu vivia pra ela, por ela, queria ver a pessoa bem, feliz, mesmo que tivesse longe de mim.
__Vejo como paixão, Me responda uma coisa... Existiam borboletas no estomago?
__ (Risos) sim, muitas.
__Definitivamente paixão.
__Não sei... Será?