quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Certamente incondicional...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Vídeo Clipe
domingo, 1 de novembro de 2009
Todas as dores...
Cada sorriso espontâneo, daqueles que depois nos envergonhamos...
Cada choro sofrido que sai mesmo quando não deixamos...
São parte de tudo que se tem a sentir... O gozo pleno, a dor insuportável, a alegria intensa e o ódio, decepção e entusiasmo, os sucessos e fracassos, a energia e o cansaço.
Viver, aprender, amar, sofrer, perseverar, recomeçar, aprender mais, amar mais, sofrer mais, continuar perseverando, recomeçar sempre...
Quero cada golinho dessa bebida, quero cada pedaço dessa comida, aceitarei o amargo, saborearei o doce, engolirei com prazer da alma...
Sem fugas, sem desculpas, usar mais a frase eu quis, eu quero, possuir pra poder perder, perder, sofrer, se empenhar, recuperar, ganhar, vibrar, se extasiar, pra no final poder lembrar, se orgulhar, por cada acerto e por cada erro também.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Preciosas irrelevâncias (3ª parte)
Continuando a falar sobre a parte financeira.
Na segunda parte tentei colocar minhas próprias experiências de vida para tentar basear o restante das minhas idéias, a (louca) idéia de viver sem grana, bufunfa, dinheiro, (sou louco mas não como merda, ok? E muito menos rasgo o tal dinheiro), então prosseguindo, pretendo falar de simplificação da vida e não de abstinência total, não quero mostrar heroísmo, quero mostrar possibilidades (que talvez nem eu consiga realizar).
De cara falarei do que seria a tal simplificação da vida... Esse termo eu li pela primeira vez em um livro excelente que até hoje retiro possibilidades para minha vida, de nome Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker.
Em nossas vidas vivemos no limite, tudo que nos é agregado torna-se fundamental, como se não pudessemos mais viver sem, pode ser algum objeto ou até mesmo recursos realmente financeiros, todos sabemos que se a pessoa ganha 100, tentará esticar tal valor para 101 e por ai em diante, muitas vezes usando do artifício do crédito, onde parte destes 100 são comprometidos em prol de algo de muito mais valor, nesta parte constumo afirmar que pobre pra conseguir as coisas... Só mesmo assim, que grande besteira! (prometo mais cuidados com minhas teses), esse é o início da falência (posso falar de cadeira sobre isso, meu cheque especial já me salvou algumas vezes, ou seja, o dono do ITAU S/A. ficou mais rico através de minhas falências), quando comprometemos parte de nossos rendimentos para cumprir com determinado financiamento, já era neguinho... O credor não quer saber se teu filho adoeceu, se teu pai ta internado, se deu enchente em sua casa, se o teu bem adquirido foi furtado ou roubado (ainda não gravei a diferença), ou seja, se acontecer um imprevisto... como diz minha professora Rosani, senta e chora... rs.
Melhor seria se preparar, montar um esquema de objetivos, entendo que quando queremos algo... tem que ser pra ontem, não sou diferente de ninguem, também sou imediatista, e os desejos surgem de repente, não é algo previsto, mesmo que tenha surgido no comercial das Casas Bahia ou da Volkswagen, é algo tipo amor a primeira vista, você vê e pensa “porra eu quero essa porra pra mim agora” “preciso” “vou lá agora comprar, dá até pra pagar em 72x ou em 17x no cartão sem juros”, é algo como rasgar dinheiro, você tem acesso ao bem imediatamente e para isso pega algumas notas de seu (no meu caso) mísero dinheiro e rasga. De outra forma seria muito melhor, fazer um cofrinho(do tamanho do teu sonho) e começar a juntar a grana, imagine o valor da prestação que pagaria, e comece a depositar os valor mensalmente ou pelo menos uma parte dele, e verás o sonho se aproximando em velocidade, o valor a vista é algo possível e juntar a grana é muito mais rápido do que pagar a prestação.
Continuo na 4ª parte.
Preciosas irrelevâncias (2ª parte)
Você de cara irá me perguntar e a vc mesmo se dinheiro é irrelevante, a resposta sua é imediata, claro que não... "Cara maluco... Viver sem dinheiro? Só pode ser doido", doido eu sou mesmo (kkkkkkkk) e talvez seja por isso que falarei o que falarei, pois somente os doidos vão além do que é palpável, do que se apresenta como verdade absoluta, porém afirmo... de perto ninguém é normal.
O celular ao lado da cama desperta... (como as pessoas faziam pra acordar na hora?) Acordei... Que dificuldade pra abrir os olhos, ficam ardendo... Que merda... Não tenho tempo para deixar que parem de arder, levanto de olhos cerrados e caminho até a cozinha (Como se dormia sem cama?), procuro algo para o desjejum, abro a geladeira (como viviam as pessoas sem a geladeira?), procuro e acho o leite, tem requeijão também, pego os dois e procuro agora em que passar o requeijão, tem pão de forma e pão francês de ontem, prefiro o francês, farei torradas pois esse pão de forma tem me dado azia, pego a garrafa térmica cheia de café também de ontém e entorno seu conteúdo até a metade de um copão de 500 ml, pego o leite, completo o copo e logo depois adoço, abro 2 pães ao meio e passo o requeijão dentro, coloco o copo no microondas e aperto 1 minuto... Depois coloco os 2 pães que se transformaram em 4 partes e aperto novamente 1 minuto, pronto, (como viver sem microondas?) Vou até o quarto, procuro o controle remoto e ligo a televisão (o que faziam as pessoas antes da televisão? e como trocavam de canais?), procuro o canal de esportes (como sobrevivi até pouco tempo atrás sem a net gato?) a tempo de ver o eterno craque da Nação Rubro Negra falando de como foi voltar para o Flamengo (PQPXXT como devia ser viver sem o FLAMENGO?), as palavras de Petkovic me fazem finalmente despertar, coloco o copo na pia, abro a torneira e passo uma água nele (caraca, sem agua encanada devia ser uma merda), corro pro banheiro mudo a chave pra quente e abro o chuveiro (um prêmio para quem inventou o cheveiro elétrico), escovo os dentes... Me arrumo e me encaminho pro trabalho, ou melhor, dirijo até o trabalho (se tivesse que ir a pé, teria que ter saido a 1 hora). Encerro aqui e continuo na terceira parte.
Preciosas irrelevâncias (1ª parte)
Tentarei colocar em uma ordem crescente, se é que existe uma ordem... E mesmo que exista, tomara que saiba ordena-las corretamente.
Começo pela vaidade, sim a vaidade... Sempre (ou quase sempre) ligada a coisas exteriores ao ser, a vaidade é uma necessidade de expor ou se expor aos seres que os cercam, diz mais respeito a criar uma imagem externa aos que observam, uma espécie de marketing pessoal, hoje em dia tão badalado. Este tipo de artifício tem seus pesares, pois as idéias e aparências externadas precisam ter o mínimo de vínculo com a realidade do ser que a transmite, com o risco de se não o tiver, ocorrer o efeito de esvaziamento e artificialidade (algo muito comum na vaidade) e com isso problemas psicológicos graves, mas afirmo, a vaidade tem o seu valor, é nítida diferença entre seres vaidosos e não vaidosos, geralmente perceptível no quesito confiança e respeito, confiança em si... E respeito dos demais. Não posso terminar sem informar o perigo da vaidade extrema, no momento que se perde o feeling (que porra é essa? Feeling, kkkk), perder a medida, extrapolar, é nessa hora que nos tornamos quase reféns, reféns da beleza, reféns dos elogios e desta forma perdendo noções de valores, ficamos vulneráveis a ataques fortuitos dos que percebem tal fato e com isso a mercê de todo tipo de "erro", para consigo e para com os outros.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Regras...
Concluindo, não existe algo mais covarde do que uma regra sendo usada normalmente, sim normalmente... Pois normalmente as mesmas são usadas para demonstrar poder, e repetindo, sacanear.
O que seria do “poder” sem as regras?
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Amor ou Paixão?
__Você já amou alguém?
__Sim, mas porque a pergunta?
__Você sabe definir o amor?
__Sei, sinônimo de amor é amar.
__Mas explicar o amor?
__Bom... O que eu senti foi uma entrega... Um desprendimento... Queria estar com a pessoa... Fazê-la feliz sem me preocupar com a minha felicidade.
__Será que isso não foi uma paixão?
__Não... É um amor que até doía, de tanto que eu queria aquela pessoa e sabe como terminou essa história? Ela me trocou por uma outra pessoa, mais feia...
Mais burra... Mais gorda... Que derrota.
__ (Risos) o amor é suave, ele não possui, não dói...
__ (Risos) depende do amor... Quando eu tava longe da pessoa... Meu coração saia pela boca, doía, eu contava os minutos pra saber como ela tava...
__Acho que era uma paixão...
__Tipo... Sei lá... Eu era dela... Ela me possuía.
__Sintomas de paixão.
__Meu 1º e ultimo pensamento era ela... Eu vivia pra ela, por ela, queria ver a pessoa bem, feliz, mesmo que tivesse longe de mim.
__Vejo como paixão, Me responda uma coisa... Existiam borboletas no estomago?
__ (Risos) sim, muitas.
__Definitivamente paixão.
__Não sei... Será?
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Um amor que nunca existiu
Então ele respondeu... Já é... Tranqüilo... Boa sorte...
Nesse momento os olhos dela se encheram de lágrimas... Pois não era bem o que ela esperava ouvir... Apesar de ser verdade que ela estava gostando de outro e tinha se permitido ser possuída... Ela esperava um clamor... Um pedido... Talvez uma humilhação por parte dele... Na verdade não tinha intenção de recuar em sua decisão... Mas aquelas palavras secas e sem emoção... Mexeram com algo lá dentro... Algo que nem ela sabia que existia, talvez tenha pensado em uma forma de vingança por tudo que sofreu ao lado daquele homem... Normal seria ficar feliz por ele não ter sofrido... Mas nem ela mesma sabia o que estava acontecendo, de uma hora pra outra ela passou de dona da situação para dependente... Entendeu aos poucos que tinha a intenção de esnobá-lo e aquela atitude dele mostrou que ele não a amava e que talvez nunca tenha amado, ela esperava o mínimo de sentimento, preveu que ele usaria a frase... Já pensou direito meu amor?
Preferiu disfarçar... Esfregou o nariz... Fungou duas vezes... Simulou um espirro... Aproveitou pra enxugar os olhos... Virou as costas e saiu andando...
Depois de ter andado por algum tempo... Conseguiu organizar os pensamentos... Não deixaria ficar presa ao passado... Olhando pra frente percebeu que aquele passado sequer existiu...
sábado, 23 de maio de 2009
Sabotagem
Sorrisos nos rostos...
É perceptível o querer bem dos que chegam... Dos que vão...
Existem problemas sim... Mas nada além do que geralmente todos têm...
Uma falta de grana aqui... Uma injustiça ali...
Mas é sombria a sensação interna...
Um vazio tão grande quanto o azul que as nuvens deixam ver...
Poderia se dizer que é frio... Mas é difícil nessas horas definir coisas comuns...
Como tempo, clima...
E ai começa a luta... Ou seria recomeça?
Você sabe que quanto mais se deixar levar, mais difícil será para retornar...
É preciso tomar uma atitude... Seu corpo esta razoavelmente bem, então você relembra do que passou, e sabe como foi difícil sair de lá...
Iludiu-se... É isso...
Logo a maior responsável pelo seu avanço... Pela sua volta... Logo ela...
Tenta uma sabotagem... Reconheça... Sua mente não é tão forte assim...
Enquanto isso dura... Você se arremessa no mundo sombrio...
Coloca em risco o restinho de parte boa que lhe sobrou...
Lute...
Vamos pra porradaria...
A luta ainda não acabou...
Será que vai acabar um dia?
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Nova geração
Fato: Cada ser humano é único... Cada experiência vivida mesmo que idêntica... A cada ser uma reação.

Existem regras morais e costumeiras que são o Norte da sociedade, são nessas regras que a sociedade julga os que saem do “rumo”.
Fico na indecisão, se rio ou se choro, com forte tendência a chorar, por lembrar que já julguei muito também.

De acordo com a forma que reagem, surgem diariamente chorosos e monstros, que um dia poderá se transformar em um monstro choroso ou um choroso monstro.
Esse texto tem inspiração em fato “novo” vinculado em todas as redes de televisão, onde Israel com seu enorme poder bélico bombardeia areas palestinas, a justificativa para tal ação seria uma quebra do acordo de cessar fogo pelo HAMAS, e estão satisfeitos porque dentre os 300 mortos, 180 eram
de integrantes do grupo.Eu nesse momento refleti sobre tudo que sei sobre estatísticas, e me achei muito mais ignorante que já sou, essa incrível margem de 60% os satisfaz? As 120 pessoas mortas, que não eram do grupo foram azaradas? Pagaram o preço pelos demais?
Então vou lhes falar... eles acabaram de incentivar o surgimento de nova geração de extremistas... ou será que todos que perderam familiares nesse ataque apenas chorarão pro resto da vida? Vi duas crianças feridas sendo carregadas nos braços da população... únicos “sobreviventes” de uma família inteira... me pergunto: se sobreviverem... o que serão?
