Todo texto inicia com uma tese... Uma afirmação... Uma certeza a ser comprovada... Defendida...
O tema deste texto será a morte!
Tenebroso? Realista?
Quando jovens, falamos da morte com receio... Quando velhos, falamos dela com esperança...
Fale a uma criança de 10 anos que ela vai morrer um dia e certamente estará guardando seu nome em um cantinho da angustia em sua mente, sempre que puxar dos arquivos de medo, seu nome estará lá... Eu tenho que concordar... É um absurdo pensar em morte aos 10 anos de idade... Juventude combina com vida, beleza, alegria...
Fale a um idoso que ele vai morrer um dia e poderá ouvir um “não vejo a hora” acompanhado de um suspiro, a morte não é tão grave quando temos como companhia a velhice... Principalmente quando essa velhice é acompanhada de dor (fato rotineiro em quase todas as velhices), como seria conviver com aquelas dores e limitações por um longo tempo? A certeza da morte se faz um grande e poderoso aliado, um alivio necessário...
Então um conselho (se fosse bom, venderia), viva intensamente... Tenha sempre na cabeça que um dia você vai morrer... Sendo isso um motivo de Temor ou alívio...
segunda-feira, 28 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Reflexões 2
Ao lidar com decepções, com coisas que nos deparamos na vida de grande teor de sofrimento, onde trabalhamos, nos concentramos, planejamos, oramos e mesmo assim não aconteceram... Nesta hora estamos de frente com o Inevitável...
Nem sempre as coisas funcionam como planejamos... Filhos que se perdem com as coisas do mundo, mágoa de pessoas que amamos, entre muitas outras coisas...
Viver é garantia de sofrimento? A vida se resume em aprender e sofrer? A felicidade é algo que ocorre entre um sofrimento e outro?
Pessimista? Louco? Azarado?
Quando ele chegou foi perceptível sua energia... Perguntas concisas... Firmeza e coragem...
Lembra de mim? Serrei os olhos forçando lembrar...
Sou aquele senhor que esteve aqui e te falou que tinha largado o emprego para cuidar de minha esposa... Lembra? Lembrei de imediato, aquela atitude dele tinha me marcado...
Ela morreu tem 18 dias... Fiquei 8 meses cuidando dela mas não teve jeito...
A voz dele embargou... Pude ver através dos óculos, seus olhos azuis marejados...
Foram 36 anos juntos... Fazer o quê né? Não me arrependo em nada...
Nem sempre as coisas funcionam como planejamos... Filhos que se perdem com as coisas do mundo, mágoa de pessoas que amamos, entre muitas outras coisas...
Viver é garantia de sofrimento? A vida se resume em aprender e sofrer? A felicidade é algo que ocorre entre um sofrimento e outro?
Pessimista? Louco? Azarado?
Quando ele chegou foi perceptível sua energia... Perguntas concisas... Firmeza e coragem...
Lembra de mim? Serrei os olhos forçando lembrar...
Sou aquele senhor que esteve aqui e te falou que tinha largado o emprego para cuidar de minha esposa... Lembra? Lembrei de imediato, aquela atitude dele tinha me marcado...
Ela morreu tem 18 dias... Fiquei 8 meses cuidando dela mas não teve jeito...
A voz dele embargou... Pude ver através dos óculos, seus olhos azuis marejados...
Foram 36 anos juntos... Fazer o quê né? Não me arrependo em nada...
Reflexões 1
Reservo grande parte da minha vida em reflexões... Sobre a vida... A raça humana... Deus... Entre outras coisas de relativa “menor importância”.
Usar a massa cinzenta (como alguns se referem ao cérebro) é algo a ser escolhido, alguns se perguntarão, como assim? Algo a ser escolhido?
Pois é... A algum tempo ouvi alguém falar que, feliz é o cara que tem o 1º grau(fundamental) incompleto, só lê no jornal o caderno de esportes e ganha o mínimo nacional... Talvez estejamos de frente com uma afirmação preconceituosa... Talvez não seja, mas não me aprofundarei sobre isso agora... Estou apenas querendo mostrar como somos inferiores ao nosso conhecimento... No sentido que ao saber, deixamos de estar alienados, acaba o conto de fadas, isso em amplitude colossal pois até a bíblia nos retira a inocência... (que absurdo! Devem estar pensando) Tentem contar a história de Caim e Abel a uma criança de 4 anos de idade... Se resolverem ou acreditarem que não há problema, te direi que aos meus filhos, você está proibido(a) de contar... Então é aí que percebo a escolha, parecida com a escolha de Eva, quando comeu o fruto da árvore proibida/do conhecimento, escolher, saber ou não...
Usar a massa cinzenta (como alguns se referem ao cérebro) é algo a ser escolhido, alguns se perguntarão, como assim? Algo a ser escolhido?
Pois é... A algum tempo ouvi alguém falar que, feliz é o cara que tem o 1º grau(fundamental) incompleto, só lê no jornal o caderno de esportes e ganha o mínimo nacional... Talvez estejamos de frente com uma afirmação preconceituosa... Talvez não seja, mas não me aprofundarei sobre isso agora... Estou apenas querendo mostrar como somos inferiores ao nosso conhecimento... No sentido que ao saber, deixamos de estar alienados, acaba o conto de fadas, isso em amplitude colossal pois até a bíblia nos retira a inocência... (que absurdo! Devem estar pensando) Tentem contar a história de Caim e Abel a uma criança de 4 anos de idade... Se resolverem ou acreditarem que não há problema, te direi que aos meus filhos, você está proibido(a) de contar... Então é aí que percebo a escolha, parecida com a escolha de Eva, quando comeu o fruto da árvore proibida/do conhecimento, escolher, saber ou não...
sábado, 5 de junho de 2010
Questão de vida ou morte...
Inicio, meio ou fim?
R:
Minha, nossa ou de ninguém?
R:
Coragem, medo ou covardia?
R:
Amor, ódio ou indiferença?
R:
Verdade, mentira ou insinuação?
R:
Poder, submissão ou liberdade?
R:
Grito, silêncio ou choro?
R:
Alegria, tristeza ou alienação?
R:
Lindo, horrível ou charmoso?
R:
Gordo, magro ou bem?
R:
Importante, Insignificante ou nem aí?
R:
Massa, carne ou tudo ao mesmo tempo agora?
R:
Religião, humanidade ou conflitos?
R:
Bom, mal ou melhor possível?
R:
Soberbo, humilde ou depende da situação?
R:
Sorte, azar ou depende do ângulo?
R:
Ontem, hoje ou amanhã?
R:
Sério, descontraído ou analisando o local?
R:
Muita grana, pouca grana ou o suficiente?
R:
Voar, nadar ou andar?
R:
Dinheiro, tempo ou tempo com dinheiro?
R:
Vírgula, exclamação ou ponto final?
R:
R:
Minha, nossa ou de ninguém?
R:
Coragem, medo ou covardia?
R:
Amor, ódio ou indiferença?
R:
Verdade, mentira ou insinuação?
R:
Poder, submissão ou liberdade?
R:
Grito, silêncio ou choro?
R:
Alegria, tristeza ou alienação?
R:
Lindo, horrível ou charmoso?
R:
Gordo, magro ou bem?
R:
Importante, Insignificante ou nem aí?
R:
Massa, carne ou tudo ao mesmo tempo agora?
R:
Religião, humanidade ou conflitos?
R:
Bom, mal ou melhor possível?
R:
Soberbo, humilde ou depende da situação?
R:
Sorte, azar ou depende do ângulo?
R:
Ontem, hoje ou amanhã?
R:
Sério, descontraído ou analisando o local?
R:
Muita grana, pouca grana ou o suficiente?
R:
Voar, nadar ou andar?
R:
Dinheiro, tempo ou tempo com dinheiro?
R:
Vírgula, exclamação ou ponto final?
R:
terça-feira, 1 de junho de 2010
Como sempre!
Me preparei... Aumentei, engrandeci, melhorei minha alma... Me posicionei, trabalhei físico e mente... Principalmente a mente...
Mesmo assim... Sentia o tremor no abdômen, meus olhos teimavam em olhar para os pés... Esforço sobre-humano...
Atitude programada, ensaiada, passo a passo, ponto a ponto... Mas e os olhos? Tentei um olhar de insignificância, passei para um olhar paisagem, achei melhor serrá-los, defini como melhor, o de raiva...
Esperei uma agressão... Verbal, física... Antevi olhos impiedosos, grosseiros...
Ledo engano...
Movimentos leves... Olhos doces e ternos...
Sem palavras, pasmo... Indeciso, Inerte... Incapaz como antes... Como sempre... Tempo perdido...
Continuei totalmente dono de mim... Tão dono que lhe pedi permissão para sorrir, chorar...
Seu olhos me disseram algo que eu não queria entender...
Já não se importava com o que decidisse... Apenas pena... Apenas Educação...
Não me queria magoar... Sem saber que arrancava um coração...
Mesmo assim... Sentia o tremor no abdômen, meus olhos teimavam em olhar para os pés... Esforço sobre-humano...
Atitude programada, ensaiada, passo a passo, ponto a ponto... Mas e os olhos? Tentei um olhar de insignificância, passei para um olhar paisagem, achei melhor serrá-los, defini como melhor, o de raiva...
Esperei uma agressão... Verbal, física... Antevi olhos impiedosos, grosseiros...
Ledo engano...
Movimentos leves... Olhos doces e ternos...
Sem palavras, pasmo... Indeciso, Inerte... Incapaz como antes... Como sempre... Tempo perdido...
Continuei totalmente dono de mim... Tão dono que lhe pedi permissão para sorrir, chorar...
Seu olhos me disseram algo que eu não queria entender...
Já não se importava com o que decidisse... Apenas pena... Apenas Educação...
Não me queria magoar... Sem saber que arrancava um coração...
Assinar:
Comentários (Atom)